Propostas da Chapa 40

 

 

 

A expansão das Universidades Federais e as mudanças no sistema de ingresso dos estudantes aceleraram a democratização do ensino superior público e possibilitaram a alteração do perfil social dos discentes, o que foi uma enorme conquista. No entanto, essa expansão não se refletiu nos docentes e técnico-administrativos. A desastrosa Reforma da Previdência anunciada pode piorar este quadro junto aos cortes violentos no orçamento. Nesse cenário, de forma sucinta, pretendemos:

DISCENTES:

1. Ampliar o acesso e garantir a permanência como forma eficiente de fazer a universidade mais inclusiva. Compromisso com o aperfeiçoamento do ENEM/SISU/política de cotas;

2. Dar continuidade ao Projeto de Valorização do Patrimônio da UFRJ (Projeto BNDES), aprovado pelo CONSUNI, que prevê estruturas de suporte à assistência estudantil. A construção e manutenção das residências estudantis e restaurantes universitários, transporte, acesso à alimentação dos estudantes nos campi da UFRJ (RJ, Macaé e Caxias) e a mobilidade para a comunidade universitária;

3. Fortalecer e ampliar ações de esporte, cultura e lazer, instâncias de acolhimento, atenção e promoção da saúde de
estudantes de graduação, pós-graduação e educação básica.

POLÍTICA DE PESSOAL:

1. Dimensionar a necessidade de pessoal, a COTAV é uma importante conquista a ser ampliada para os TAEs;

2. Investir na reorganização os processos de trabalho e na reflexão coletiva sobre a estrutura administrativa;

3.Consolidaremos e ampliaremos Plano de Qualificação Institucional – PQI;

4. Política de capacitação induzida, articulado às ações existentes, buscando o desenvolvimento institucional; 5. Fortalecer o modelo de avaliação de desempenho que começa a ser implantado;

6. Criar editais de pesquisa específicos aos jovens docentes para permitir que estabeleçam seus grupos de pesquisa.

INCLUSÃO/EVASÃO:

1. Desenvolver ações universais que busquem viabilizar a permanência de estudantes em situações de opressão ou com dificuldades relacionadas à vida acadêmica, para além do aspecto estritamente econômico, tais como, cotistas, negros e negras, pessoas com deficiência, populações tradicionais, mães e pais, LGBTQI+, dentre outros.

2. Buscar formas de ampliar o PNAES a nível nacional, na luta por sua transformação em lei.

3. Ampliar as ações de apoio e acompanhamento pedagógico em conjunto com as COAAs, visando reduzir os índices de retenção e evasão.

4. Vamos dar continuidade a política de acesso de pessoas com deficiências, fortalecendo o Fórum Permanente de Acessibilidade.

5. Compromisso com o fortalecimento da Comissão de Direitos Humanos na UFRJ.

6. Combate às fraudes de cotas raciais.

Para efetivar todas essas diretrizes, pretendemos formular e implementar um planejamento que expresse um projeto de universidade capaz de atuar sobre as desigualdades sociais, o racismo estrutural e todas as formas de opressão que
provocam desvantagens de acesso e permanência para grupos sociais específicos. Ampliar a democratização interna implica também em reduzir índices de evasão e retenção, reforçando o compromisso com uma universidade pública, gratuita, de qualidade, inclusiva e socialmente referenciada.

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